O jovem piloto, explicou que “cheguei a Espanha com muita vontade de aprender este novo mundo, sabia que não iria ser fácil, tudo era novo para mim, a mota, a pista onde nunca havia rodado. Mas encarei o fim de semana de cabeça bem erguida, e com muito empenho para que tudo corresse bem, o primeiro treino livre serviu para perceber um pouco da afinação da mota e o que haveria que ajustar para adaptar ao meu estilo de pilotagem”.

“No momento do segundo treino livre começou a chover e, uma vez que como não haveria hipótese de melhorar os tempos da primeira sessão, eu e a equipa decidimos não sair da box, pois os treinos livres decidem quem vai à Superpole e quem segue para a Last Chance. Como consequência, apenas conseguimos rodar trinta minutos neste primeiro dia” explicou o jovem piloto.

“No sábado já com a mota afinada de acordo com as minhas especificações, trabalhámos com a telemetria para percebermos onde poderíamos melhorar, mas iríamos deparar com a pista meio seca, meio molhada, o que inviabilizaria essa pretensão. Decidimos ainda assim sair para ver como estava a mota e para preparar a corrida Last Chance, visto que os tempos haviam sido feitos no primeiro treino livre” acrescentou Pedro Fragoso.

O jovem piloto fez um balanço positivo desta participação, referindo que “com apenas quarenta e cinco minutos de sensações na mota e numa pista que desconhecia em absoluto, fui para a corrida com tudo, sabendo que poderia evoluir e aprender o máximo possível. Foi uma prestação positiva”.


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