A nova estratégia visa reforçar as ações de prevenção, monitorização e resposta à rápida expansão desta espécie exótica na costa portuguesa.

O plano prevê o investimento em novas ferramentas de vigilância e deteção precoce, recorrendo a tecnologia avançada como imagens de satélite, sensores subaquáticos e sistemas de alerta rápido.

Estão também contemplados novos métodos de remoção física da alga, que serão adaptados às características ecológicas e geográficas de cada local afetado.

Com esta intervenção, as autoridades pretendem proteger a biodiversidade dos ecossistemas marinhos e mitigar os severos impactos económicos causados por esta espécie invasora, especialmente nas comunidades piscatórias e nas atividades económicas que dependem diretamente do litoral.