Hospital do Litoral Alentejano

Segundo Dinis Silva, porta-voz dos utentes, as populações exigem “uma aposta clara por parte do governo na saúde na região Litoral Alentejano, com a contratação de mais profissionais e a melhoria de instalações”.

“Há doentes que esperam meses e meses por uma consulta de especialidade, cerca de 10 mil utentes não tem médico de família e há locais onde a população só tem cuidados médicos de 15 em 15 dias” lamenta o responsável.

Por outro lado, “há instalações muito degradadas, sem condições nem para utentes nem para os profissionais de saúde, como por exemplo, o Centro de Saúde de Santiago do Cacém, a Extensão de Saúde de Vila Nova de Santo André no Concelho de Santiago do Cacém, a Extensão de Saúde de Melides no Concelho de Grândola, a Extensão de Saúde de Vila Nova de Milfontes, de São Luís e de Saboia, todas no Concelho de Odemira” acrescenta Dinis Silva.

Outra das reivindicações dos utentes passa pela abertura do “Serviço de Urgência Pediátrica do H.L.A. com médicos pediatras e a colocação de uma Ambulância de Suporte Imediato de Vida no Serviço de Urgência Básico de Alcácer do Sal”.


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Sim, completamente de acordo. Quem gere não pode fazer milagres sem condições e capital humano. Por outro lado o ministério da saúde continua a tratar-nos como o parente pobre do país, e esquecem que somos nós que pagamos com o maior suporte dos "efeitos secundarios" ter termos um dos melhores terminal portuário e toda a indústria pesada agregada. Merecemos mais respeito.

Sérgio Baia-Baia

21/01/2020


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