Hospital do Litoral Alentejano

Dinis Silva, porta-voz dos utentes, referiu à Rádio Sines, que o hospital justifica a situação com a “falta de médicos tarefeiros para preencher as escalas”.

“Em grande parte dos dias, a urgência pediátrica é assegurada por médicos de clínica geral já que o Hospital do Litoral Alentejano conta apenas com um médico pediatra” acrescentou o responsável.

Neste domingo, o serviço está a ser assegurado por um médico de clínica geral confirmou um utente à Rádio Sines.

“É uma situação que cria revolta na população, já encerrou no dia de Natal e está previsto encerrar nos dias 31 de dezembro e 1 de janeiro. Os utentes são obrigados a deslocar-se para os Hospitais de Setúbal, Beja ou Lisboa que ficam a mais de 100 quilómetros” lamenta Dinis Silva.

Para o responsável pela Comissão de Utentes do Litoral Alentejano esta é “uma situação inaceitável” e pede ao Ministério da Saúde que “resolva rapidamente o problema evitando que o serviço encerre nestes dois dias”.

A Rádio Sines tentou contactar a Administração do Hospital o que não foi possível.

O Hospital do Litoral Alentejano serve uma população de 100 mil habitantes, residente nos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira.


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