“O animal chegou ferido ao nosso centro com ferimentos na cabeça, fruto de uma colisão, foi tratado e preparado durante três semanas para regressar à vida na natureza, o que aconteceu hoje” explicou a bióloga Carolina Nunes.

“São aves que vivem em zonas de floresta, que gostam de viver longe dos humanos e que se alimentam de aves menores e pequenos mamíferos. Este foi terceiro Açor que foi tratado no nosso centro” acrescentou a bióloga responsável pelo CRASSA.

O Açor é uma ave de rapina diurna, com um comprimento de aproximadamente 50 centímetros, cor preta e ventre branco com manchas pretas, asas e bico pretos, cauda cinzenta, manchada de branco e pernas amareladas.

Durante este ano já foram entregues no Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Santo André, 243 animais feridos para recuperação.


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