Grândola contabiliza esta quarta-feira "sete casos diretamente relacionados" com o surto 'importado' do concelho vizinho de Sines, "três dos quais no restaurante" que foi encerrado no sábado pela autoridade de saúde, cuja maior preocupação é agora "agir o mais rápido possível no sentido de quebrar as cadeias de contágio".

"Quanto mais rápido houver essa identificação de contactos e for quebrada a cadeia, menor é a probabilidade de o surto espalhar-se. Mas, neste momento, podemos afirmar que todos os casos que temos nos cinco concelhos do litoral alentejano são importados e que o vírus não está disseminado de forma comunitária", disse o delegado de saúde de Grândola.

O restaurante, no entanto, irá manter-se encerrado "até que os proprietários tenham condições de voltar a abrir", o que não acontecerá antes de uma nova inspeção no local às condições do estabelecimento e dos funcionários por parte das autoridades de saúde.

A investigação epidemiológica conduziu, nos últimos dias, à realização de rastreios, que continuam a decorrer, nos concelhos de Sines, Grândola, Santiago do Cacém e Alcácer do Sal.


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