Notas em Euros

Em 21 de novembro, o aumento do salário mínimo foi publicado em Diário da República, após ter sido aprovado em Conselho de Ministros.

Antes disto, a proposta foi apresentada em sede de Concertação Social, mas não mereceu a aprovação dos parceiros.

À saída da reunião, que decorreu no dia 13 de novembro, em Lisboa, o líder da CGTP disse que o valor apresentado pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, é "insuficiente" tendo em conta a evolução da economia.

Por sua vez, o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, afirmou que, "se houvesse acordo para ser assinado", da parte da central sindical "estaria assinado".

O presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal, António Saraiva, considerou que 635 euros para 2020 é "um objetivo ambicioso, tal como o objetivo para 2023", de atingir 750 euros.

A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, referiu, por seu turno, que "nunca houve o objetivo de um acordo" e que a fixação do salário mínimo para 2020 é "o início de um caminho".

Já o presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Eduardo Oliveira e Sousa, sublinhou que as dificuldades que o setor agrícola enfrenta poderão ser agravadas com o aumento do salário mínimo e destacou que "a verdadeira Concertação Social" irá começar com a discussão sobre a política de rendimentos e competitividade, uma vez que o valor do salário mínimo foi imposto pelo Governo.

Em 21 de novembro, o aumento do salário mínimo foi publicado em Diário da República, após ter sido aprovado em Conselho de Ministros. Antes disto, a proposta foi apresentada em sede de Concertação Social, mas não mereceu a aprovação dos parceiros.


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