Manifestação no Centro Regional da Segurança Social em Sines

Manuel Passos, do secretariado nacional do MURPI, explicou à Rádio Sines que os reformados, pensionistas e idosos, exigem “o aumento de todas as reformas com um mínimo de 10 euros, a melhoria dos serviços públicos, o fim das taxas moderadoras para os reformados, uma rede de cuidados continuados a funcionar e criar condições para que todos os idosos tenham uma vida digna”.

É pedido ainda ao governo a criação de pelo menos mais dois escalões de pensões mínimas para carreiras contributivas superiores a 40 anos, fixando o valor em 80% do salário mínimo nacional, o que considera o movimento de reformados que seria uma valorização do “esforço contributivo” dessas pessoas.

O MURPI defende ainda o aumento de escalões do Imposto sobre o Rendimento Singular (IRS) e do limiar de isenção do seu pagamento e a redução das taxas de Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) no gás e eletricidade de 23% para 6%, assim como a redução do preço do gás de botija.

No final foi aprovada uma resolução com as reivindicações dos presentes que foi entregue no Centro de Segurança Social em Sines e enviada para o Governo em Lisboa.  


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