A decisão decorreu da reunião da Comissão Nacional de Proteção Civil, teve lugar na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Carnaxide.

Numa declaração à agência de notícias Lusa no final da reunião, Patrícia Gaspar, afirmou que este plano é «um instrumento de gestão operacional fundamental para o sistema» de proteção civil e vai permitir «avançar naquilo que são os mecanismos de coordenação institucional e gestão operacional, de uma forma mais concertada do que seria possível antes».

A Secretária de Estado afirmou que, neste momento, há uma situação de «absoluta exceção» que têm implicações «muito expressivas para a área da proteção civil», existindo já cerca de 50 planos municipais de emergência e proteção civil ativos e nove planos distritais.

«Fazia todo o sentido avaliar a pertinência da ativação do plano nacional para que haja uma coerência naquilo que são os instrumentos de gestão no âmbito da proteção civil e para que haja uma correspondência ao nível nacional de todo o trabalho que já está a ser feito no patamar local e distrital» disse, acrescentando que o sistema está a funcionar «na sua plenitude» a nível local, distrital e nacional.

«Temos todos os instrumentos estão a funcionar de forma a permitir que a gestão desta situação seja feita com a máxima agilidade, flexibilidade e organização», concluiu.


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