É possível que “um dos ossos, o mais comprido, seja do maxilar inferior de uma baleia e, o outro, do crânio de um mamífero marinho deste tipo” explicou o investigador João Castro.

Estão a ser obtidas mais informações, nomeadamente através de contactos com investigadores, com vista à confirmação desta classificação e à identificação taxonómica da(s) espécie(s) a que estes ossos pertencem.

Com estas e outras informações, a Universidade de Évora pretende “elaborar materiais de divulgação sobre estes achados e a(s) sua(s) espécie(s)”.  

Com a sua colocação num espaço público, acompanhados de informação científica, poderão ser úteis para “aumentar o conhecimento da vida marinha e a sensibilização das pessoas para a necessidade de proteção dos mamíferos marinhos e dos ecossistemas em que vivem” acrescentou o investigador.

Para este investigador da Universidade de Évora “é impressionante o peso e a dimensão destes ossos, e imaginar que são uma pequena parte de um pesadíssimo esqueleto de um enorme animal que há poucos anos viveu neste mar. Queremos também perceber o que poderá ter acontecido a este animal e qual foi a causa da sua morte” concluiu João Castro.


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