Ana Matias, vice-presidente da Associação de Pais não compreende a pressa da autarquia em avançar com a obra que na opinião dos pais devia de começar só no final do ano letivo.

Nem a garantia da autarquia de que estão reunidas todas as condições de segurança e que os alunos vão entrar e almoçar em horários desfasados convence os pais.

Álvaro Beijinha, presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém compreende a posição dos pais, mas garante que a escola n.º 1 tem todas as condições para receber os alunos em segurança. O autarca refere também que atrasar mais a obra pode colocar em causa o seu financiamento.


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