Pavimento do Centro de Saúde de de Vila Nova de Santo André (em mau estado)

O presidente da junta, David Gorgulho, explicou à Rádio Sines que as instalações contruídas nos anos 80, “não tem condições nem para os utentes, nem para os profissionais”, já que apresenta um “cheiro nauseabundo provocado por um saneamento deficiente, o telhado em amianto, buracos no teto, rachas nas paredes, mau isolamento térmico, mobiliário estragado e obsoleto, ar condicionado avariado, falta de climatização, falta de espaço para arrumos, chão estragado e potência energética insuficiente”.

O autarca reclama igualmente “a repavimentação urgente do parque de estacionamento que se apresenta bastante degradado e a reabertura do Posto Médico da aldeia de Deixa-o-Resto, encerrado há oito anos”.

“Esta obra já esteve prevista para 2018, mas até ao momento nada foi feito, e a situação tem vindo a agravar-se” lamenta o autarca.

A Extensão de Saúde de Vila Nova de Santo André serve uma população de cerca de 11 mil habitantes e faz parte da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano


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