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A marcha, sairá pelas 18 horas do Jardim das Descobertas para o Jardim da República em Sines e vai contar também com a presença da secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha.

O despedimento de trabalhadores precários na refinaria de Sines, durante a quarentena, está, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SITE), a criar uma "situação muito complicada" na região que pode vir a ter "consequências muito graves a nível económico e social".

O sindicalista Pedro Carvalho fala em "milhares de trabalhadores desempregados, muitos deles sem direito ao subsídio de desemprego" e em muitos casos “trabalhadores temporários e em outsourcing que foram dispensados durante o período de confinamento por causa da pandemia de covid-19” e acusa as grandes empresas industriais do complexo de Sines de “não protegerem os empregos e os trabalhadores”.

Os organizadores da marcha asseguram que as normas de segurança serão respeitadas durante o cordão humano, com uma distância garantida de dois metros entre manifestantes.


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