Catarina Munhá

Em Aljustrel a cantautora, que se fará acompanhar de mais dois músicos, apresentará o seu primeiro disco “Animal de Domesticação”, que está repleto de canções bem-humoradas e inquietas, que são acompanhadas pelo som tropical do seu ukulele, mas também por um violino e por ocasionais teclas melancólicas.

Neste seu álbum de estreia, na verdade, Catarina Munhá, que diz que “não sabe bem quem é”, mas que “também não tem pressa em descobrir”, brinca com o conceito da domesticação do ser humano nos dias que correm.

Catarina Munhá, que aos cinco anos pegou num piano e não o largou mais, dedicou-se também ao violino, à guitarra, ao sintetizador, ao ukulele e à pandeireta. E desde que se lembra inventa canções.

No entanto, nunca as tinha tirado da gaveta e, recentemente, alugou um rés-do-chão vazio em Lisboa e decidiu começar a mobilar o apartamento com canções. Há pelo menos uma canção em cada divisão do seu rés-do-chão, mas em Aljustrel promete trazê-las e encher com elas a sala das Oficinas de Formação e Animação Cultural.


Comente esta notícia


SINES