“A venda para o mercado nacional é uma realidade no universo das empresas AHSA e faz todo o sentido que continue a sê-lo”, acrescenta.

 A verdade é que as mais de 25 empresas associadas, e que representam hoje mais de 200 milhões de euros de faturação anual, continuam a operar e a alimentar a cadeia de distribuição nacional e internacional.

Nas últimas semanas, e seguindo todas as orientações das autoridades, as empresas associadas da AHSA priorizaram ao máximo a prevenção e a implementação e adaptação dos seus planos de contingência, estando particularmente atentas a eventuais quebras de fornecimento que o mercado nacional possa estar a sentir e que possam comprometer a qualidade de vida das populações.

Neste sentido, a resposta ao apelo das autoridades, especificamente as que o estado de emergência decreta, é clara: garantir que a cadeia de fornecimento de alimentos em Portugal não pare.

Localmente, a AHSA e as suas associadas estão também atentas à realidade dos mais desfavorecidos e que podem ser os primeiros a sentir os efeitos da crise.

Para isso, está a ser operacionalizado um sistema de apoio a instituições de cariz social do concelho de Odemira, que possam vir a ter dificuldade em obter alimentos da parte dos seus fornecedores habituais.

Do portefólio das várias empresas fazem parte frutos, produtos hortícolas e ervas aromáticas, para além de flores e plantas ornamentais.

A AHSA foi fundada em 2004 por um grupo de empresas a operar no Perímetro de Rega do Mira (PRM).

Atuando numa área produtiva próxima dos 2 mil hectares, conta hoje com mais de 25 empresas associadas (as maiores da região), que, pelo seu compromisso com a qualidade e a eficiência, alcançaram uma vertente fortemente exportadora, operando no mercado interno, mas também nos mercados mais exigentes da Europa. Conta atualmente com cerca de 3.500 colaborares.


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